terça-feira, 23 de julho de 2013
O músico Dominguinhos morreu nesta terça-feira, dia 23, em São Paulo. O cantor e compositor de 72 anos estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Sírio Libanês com um quadro de infecção respiratória e arritmia cardíaca.
Segundo o hospital, Dominguinhos morreu às 18h em decorrência de complicações infecciosas e cardíacas.
Após passar um mês internado em um hospital de Recife, Dominguinhos foi transferido para São Paulo no dia 13 dej aneiro. O músico enfrentava um câncer de pulmão há seis anos.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Segundo o porta-voz oficial do Vaticano, o papa Francisco trará uma mensagem bastante dura aos políticos brasileiros. Será que Deus terá influência sobre nossos governantes??? http://on-msn.com/1aXbfkT
Criança acorda e pede água durante seu velório e depois morre em Belem -PA
Uma criança de dois anos acordou, sentou no caixão e bebeu um copo de água durante seu próprio velório no sábado, em Belém, segundo parentes e pessoas presentes no local. Depois disso, o menino Kelvys Simão dos Santos foi levado para o hospital, mas chegou morto.
A Polícia Civil do Pará investiga se houve erro médico na declaração da “primeira morte”, mas, na ilha de Cotijuba, em que o fato ocorreu, há quem diga que foi um milagre ou algo sobrenatural. Havia cerca de 50 pessoas no velório.
Kelvys foi internado em um hospital estadual com febre e falta de ar na sexta-feira. À noite, o hospital constatou a morte da criança. A declaração de óbito aponta como causa da morte insuficiência respiratória, broncopneumonia e desidratação.
As cavidades de seu corpo foram tamponadas e Kelvys foi colocado em um “lençol de cadáver”, que é uma espécie de saco plástico, para depois ser levado à funerária.
Segundo o hospital, ele passou cerca de três horas sem poder respirar. A família, porém, diz que retirou os algodões de suas narinas e boca e abriu o saco plástico.
Durante o velório, segundo a pastora Maria Raimunda Batista, ele “estava se mexendo o tempo todo”.
O pai do menino, o agricultor Antônio dos Santos, diz que por volta das 14h as pessoas presentes começaram a fazer massagem cardíaca no menino, até que ele cuspiu restos de algodão que haviam sido colocados em sua boca.
Logo depois, diz, o menino sentou no caixão e disse “Pai, água”.
“O povo entrou em pânico, a avó dele desmaiou. O pai e a mãe dele ficaram muito felizes”, disse a pastora. O menino foi levado ao hospital imediatamente, segundo o pai, mas já chegou morto.
INVESTIGAÇÃO
O pai do menino diz acreditar que a criança reagiu aos medicamentos que haviam sido dados no hospital na tentativa de ressuscitá-lo depois que o óbito já havia sido declarado, e por isso acordou no velório.
A direção do hospital afirmou, em nota, que só será possível esclarecer o episódio caso o corpo da criança seja exumado.
De acordo com a Polícia Civil, a depender dos depoimentos colhidos na fase preliminar da investigação pode ser determinada a abertura de inquérito e feito o pedido de exumação.
O hospital deixou a investigação a cargo da polícia. “Se a criança estivesse viva, ela não ia aguentar ficar tanto tempo tamponada. Por isso que achamos estranho e queremos também uma explicação”, afirmou a diretora do Hospital Regional Abelardo Santos, Vera Cecim.
Conexão Noroeste
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Auditoria do TCU identifica falhas na Operação Carro Pipa no Piauí
TCU identificou 56 mananciais com laudos de potabilidade vencidos.
Tribunal de Contas da União fez recomendações para sanar irregularidades.
TCU verificou irregularidades em Operação Carro Pipa (Foto: TV Verdes Mares/Reprodução)
O Tribunal de Contas da União (TCU) realizou auditoria na Operação Carro-Pipa (OCP), ação que integra o Programa Emergencial de Distribuição de Água e tem por objetivo distribuir água potável às populações atingidas pela seca, no qual foram constatadas algumas irregularidades no Piauí.O TCU identificou as seguintes fragilidades: laudos de potabilidade da água desatualizados, o que eleva o risco de fornecimento de água inadequada ao consumo; além da ausência de normas que estabeleçam critérios de alteração no volume padrão de água potável por pessoa a ser distribuído o que, como consequência, possibilita algumas localidades receberem quantidades maiores de água.A auditoria achou 56 mananciais com laudos vencidos, o que pode expor a população necessitada a fatores danosos à sua saúde. Além disso, o tribunal encontrou localidades em que, dadas as circunstâncias específicas da região, a média de litros de água/pessoa/dia estava acima dos 20 litros.O Exército justificou o fato pela peculiaridade de algums locais serem isolados e sem nenhum tipo de fonte de água, necessitando assim de uma quantidade maior de água.
Entretanto o TCU afirmou que não foram identificadas regras formalmente constituídas que regulem a sistemática de aprovação para tal extrapolação.
Para as duas irregularidades o tribunal indicou propostas: recomendar ao Comando do Exército que encaminhe ofício às Câmaras de Vereadores dos municípios que participam da OCP e que tiverem mananciais com laudo de potabilidade vencido para conhecimento da situação e encaminhamento das medidas corretivas e; estabelecer critérios de flexibilização do quantitativo de água a ser distribuído às populações beneficiadas, em casos excepcionais e justificados.
Operação Carro Pipa
A Operação Carro-Pipa abrangia 782 municípios, 3,8 milhões de pessoas, correspondente a 760.000 famílias aproximadamente, e um volume de recursos da ordem de R$ 400 milhões.
FONTE:G1-Pi
Professora de 34 anos que 'chora pedras' há 19 anos descobre que pode ter uma bactéria no olho
Cirurgia para o problema deve ser realizada em 10 dias em Bauru

Um possível diagnóstico deu uma nova esperança para solucionar a doença misteriosa que faz uma professora de 34 anos de Lins (SP) expelir uma membrana branca pelo olho direito. Nesta quinta-feira (18), Laura Ponci Campos foi encaminhada para especialistas no Hospital de Olhos, em Bauru (SP), que apresentaram uma possível solução para o problema que ela enfrenta há 19 anos.
Diferente da conjuntivite lenhosa, diagnosticada pela maioria dos 30médicos procurados por Laura, um especialista em canal lacrimal acredita que a professora sofre de uma conjuntive crônica causada por uma bactéria.
“A nossa suspeita é que isso não seja uma conjuntivite lenhosa e sim em um quadro de conjuntivite crônica de cananiculite, que é um tipo de bactéria positiva que se instala dentro do sistema da via lacrimal e ela fica soltando essas colônias de bactérias que formam esses grânulos secos”, explicou o oftalmologista Raul de Paula.
De acordo com Raul de Paula, o que acontece com Laura é inédito. “O caso dela é bastante anormal. É difícil uma membrana assim sair de forma espontânea e diariamente, isso que é o inusitado do caso. Geralmente, o paciente tem a membrana localizada próxima ao canal lacrimal”, explica o médico.
Durante o exame, o oftalmologista retirou a membrana e se assustou com o tamanho. Depois de sofrer por alguns minutos com agulhas e seringas, e após 19 anos de incertezas, enfim, Laura ouviu a boa notícia.
Antes da consulta, a reportagem do TEM Notícias mostrou o vídeo da membrana saindo do olho da professora para outro oftalmologista no Hospital de Olhos. Por cinco minutos, o doutor André Hamada analisou o vídeo repetidas vezes. Além disso, o especialista também assistiu a entrevista em que a professora contou os sintomas. Por não ter conseguido identificar a doença de Laura, a paciente foi levada para uma consulta detalhada.
Primeiro, o médico olhou as dezenas de exames já realizados e todos com resultados normais. Na sequência, o oftalmologista começou a examinar Laura e percebeu que a membrana misteriosa estava no olho. Durante cinco minutos, André Hamada analisou o caso e chamou o especialista em canais lacrimais.
A demora é mistério
Segundo o especialista, a doença não é uma descoberta recente da medicina, no entanto, o tamanho da membrana e a demora para o diagnóstico é um mistério. “Se algum dos 30 médicos procurados por Laura tivesse pensando na canaliculite, ela não teria sofrido por tanto tempo”, ressalta Raul.
“A Laura vai bater o recorde de todos os meus casos, tenho 22 anos de oftalmologia e já diagnostiquei oito casos dessa doença. O que demorou mais tempo para ser diagnosticado foi três anos e o caso dela, de 19 anos, é algo absurdo. Tem que entrar para a literatura e ser documentado”, diz o médico de Bauru.
A cura para a bactéria no olho de Laura está em um procedimento cirúrgico que demora 15 minutos. O médico, agora, só vai esperar 10 dias para o resultado do exame laboratorial da membrana. “É um procedimento muito rápido, é uma abertura do canal que dura em torno de 15 minutos”, explica Raul.
Esperança
Há 19 anos, uma membrana branca sai do olho direito da educadora e, momentaneamente, o incômodo e a vermelhidão vão embora. Segundo a mulher, até dormindo a membrana “pula” do olho e desde a primeira vez que aconteceu o caso, já foram mais de 30 médicos consultados e somente diagnósticos desencontrados.
“Já passei por todos os especialistas possíveis. Até médicos de ouvido e garganta já consultei e eles falam que a doença é uma conjuntivite lenhosa, que é a falta de uma enzima chamada plasminogênio. No entanto, já fiz diversos exames que eles solicitaram e todos deram resultados normais”, conta a professora.
A consulta em Bauru trouxe a esperança de cura. “Com o diagnóstico feito pelo especialista em Bauru, voltei a ter esperança. Quero voltar a trabalhar por que amo o que faço. Minha vida vai ficar muito melhor depois da operação”, acredita a professora.
Segundo Laura, nesses 19 anos atrás de um tratamento, a visão do olho direito nunca foi afetada. A professora conta ainda que alguns médicos cogitaram a hipótese dela mesma colocar a membrana no olho. Outros, mesmo sem saber do que se trata, disseram que ela terá que conviver com isso pelo resto da vida.
FONTE: G1
“A nossa suspeita é que isso não seja uma conjuntivite lenhosa e sim em um quadro de conjuntivite crônica de cananiculite, que é um tipo de bactéria positiva que se instala dentro do sistema da via lacrimal e ela fica soltando essas colônias de bactérias que formam esses grânulos secos”, explicou o oftalmologista Raul de Paula.
De acordo com Raul de Paula, o que acontece com Laura é inédito. “O caso dela é bastante anormal. É difícil uma membrana assim sair de forma espontânea e diariamente, isso que é o inusitado do caso. Geralmente, o paciente tem a membrana localizada próxima ao canal lacrimal”, explica o médico.
Durante o exame, o oftalmologista retirou a membrana e se assustou com o tamanho. Depois de sofrer por alguns minutos com agulhas e seringas, e após 19 anos de incertezas, enfim, Laura ouviu a boa notícia.
Primeiro, o médico olhou as dezenas de exames já realizados e todos com resultados normais. Na sequência, o oftalmologista começou a examinar Laura e percebeu que a membrana misteriosa estava no olho. Durante cinco minutos, André Hamada analisou o caso e chamou o especialista em canais lacrimais.
A demora é mistério
Segundo o especialista, a doença não é uma descoberta recente da medicina, no entanto, o tamanho da membrana e a demora para o diagnóstico é um mistério. “Se algum dos 30 médicos procurados por Laura tivesse pensando na canaliculite, ela não teria sofrido por tanto tempo”, ressalta Raul.
“A Laura vai bater o recorde de todos os meus casos, tenho 22 anos de oftalmologia e já diagnostiquei oito casos dessa doença. O que demorou mais tempo para ser diagnosticado foi três anos e o caso dela, de 19 anos, é algo absurdo. Tem que entrar para a literatura e ser documentado”, diz o médico de Bauru.
A cura para a bactéria no olho de Laura está em um procedimento cirúrgico que demora 15 minutos. O médico, agora, só vai esperar 10 dias para o resultado do exame laboratorial da membrana. “É um procedimento muito rápido, é uma abertura do canal que dura em torno de 15 minutos”, explica Raul.
Esperança
Há 19 anos, uma membrana branca sai do olho direito da educadora e, momentaneamente, o incômodo e a vermelhidão vão embora. Segundo a mulher, até dormindo a membrana “pula” do olho e desde a primeira vez que aconteceu o caso, já foram mais de 30 médicos consultados e somente diagnósticos desencontrados.
“Já passei por todos os especialistas possíveis. Até médicos de ouvido e garganta já consultei e eles falam que a doença é uma conjuntivite lenhosa, que é a falta de uma enzima chamada plasminogênio. No entanto, já fiz diversos exames que eles solicitaram e todos deram resultados normais”, conta a professora.
Segundo Laura, nesses 19 anos atrás de um tratamento, a visão do olho direito nunca foi afetada. A professora conta ainda que alguns médicos cogitaram a hipótese dela mesma colocar a membrana no olho. Outros, mesmo sem saber do que se trata, disseram que ela terá que conviver com isso pelo resto da vida.
FONTE: G1
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